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O futuro é dos essencialistas. Como focar no que importa?

Redação

 

Conteúdo por toda parte, excesso de estímulos e informações, superficialidade, busca incessante por resultados e um mundo novo de possibilidades que se abre a cada dia diante dos nosso olhos. São olhos atentos. Olhos cansados. E olhos, por vezes, dispersos.

Então, como ver esse mundo de uma forma mais profunda e sustentável?

Como se preparar para esse futuro que se abre com tantos excessos?

Como focar no que importa?

 

Somos limitados em um mundo de excessos. Para sermos sustentáveis nesse mundo precisamos entender o que é indispensável e o que é desnecessário. Separar o joio do trigo. Perdemos muito tempo com estratégias e ações que não nos levarão a lugar algum. Um gasto de energia que não converte em resultados e que sobra em estresse e angústias. Por que? Porque não refletimos sobre o que é realmente essencial. Surfamos na onda, na onda insana por fazer, fazer e fazer sempre mais. Fazer tudo, porque queremos tudo. Mas o caminho é fazermos menos e fazermos melhor. Fazermos o certo, o que traz resultado.

 

E olhar para esse essencial, refletir sobre o que realmente importa, significa dizer que precisamos fazer escolhas, precisamos eliminar aquilo que não é significativo. Uma das principais estratégias do marketing é o posicionamento de mercado. E ele já nos ensina que, ao posicionar a nossa marca no mercado, precisamos fazer escolhas, escolher aquilo que realmente importa para o consumidor, aquilo que nenhum concorrente está fazendo. É aquele velho ditado: não se pode ser bom em tudo.

 

Caro leitor, temos que confessar uma coisa para você: escrever tudo isso aqui foi muito fácil. Fluiu bem, rapidinho escrevemos. Mas, nós da Desencaixa estamos nessa busca de fazer o que é relevante e dizer não para todo o resto. Ah, e isso não é fácil mesmo, mas é preciso. É uma mudança de mentalidade. Um caminho contrário à maioria, mas o caminho certo.

 

Daí, significa que será preciso dizer muitos “nãos” para eliminarmos o desperdício de tempo e mantermos o foco. Saber quais as fronteiras, as bordas do que nos separam, nos afastam do que é essencial. É preciso colocarmos limites. E não há problema algum em colocarmos limites de uma forma educada e mostrando que o outro caminho irá dar mais resultado. Logo, é preciso desenvolver habilidade de negociação e ter conhecimento, ok?

 

Significa também a necessidade de termos clareza do que queremos, o que tem valor para o nosso propósito e, o que não tiver, não importa. E repito: para o nosso propósito! E não para o que os outros querem de nós. O desafio é ter clareza em um mundo ambíguo. Fato!

 

Buscar o essencial é entendermos que não é porque estamos ocupados que somos produtivos. Isso é um mito, uma ideia que a Revolução Industrial deixou de herança e está mais do que na hora de quebrá-la.

 

Buscar o essencial é darmos o melhor de nós ao que faz sentido. É “perdermos” para ganhar. Um verdadeiro ato de coragem necessária. Esse é o lema! É fazermos escolhas de forma estratégica, ponderada e deliberada.

 

Por fim, se quiser saber mais sobre como desenvolver essa nova mentalidade, leia o “Essencialismo: a disciplinada busca por menos” de Greg McKeown. Pode ter certeza que você não será mais o mesmo depois dessa leitura. Vai ficar inquieto em querer encontrar esse caminho para o que realmente importa. Esse é o nosso convite! Coloca o essencial no seu radar, a gente já colocou no nosso.

 

Até a próxima.

 

Neste espaço, quinzenalmente e sempre às segundas-feiras, Céu Studart e Thiago Baldu da Desencaixa Inova trarão reflexões, inquietações e orientações sobre futurismo e adaptabilidade.

 

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