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El Ojo: Brasil deixa 23ª edição com 120 prêmios e títulos de “Agência do ano” e “Criativo do ano”

Redação

Principal evento criativo das Américas, o Festival Internacional El Ojo de Iberoamérica encerrou a sua 23ª edição com um saldo muito positivo para a criatividade brasileira. O país deixa o evento com um total de 120 prêmios conquistados. Foram conquistados seis Gran Ojos (um em Experiência de Marca & Ativação, dois em Gráfica & Via Pública, um em Produção GráficaMelhor Ideia Local e Conteúdo), 38 troféus de Ouro, 32 de Prata e 44 de Bronze. Pelo terceiro ano a Africa conquista o título de Agência do Ano no El Ojo, com Sergio Gordilho levando o troféu de Criativo do Ano.

 

Somente na sexta, último dia do festival, o Brasil ganhou 20 prêmios: 1 Grand Prix, 8 estatuetas de Ouro, 10 de Prata e 11 de Bronze nas competições de ConteúdoDesign, Film, Inovação, Jovens Diretores de Cena, Melhor Ideia Latina para o Mundo e El Tercer Ojo.

 

O último Grand Prix conquistado pelo país no El Ojo 2020 foi em Conteúdo, com a peça “COMA – A Getty Images Original Series”, da AlmapBBDO para a Getty Images Brasil, produzido pela Stink Filmes, com direção de Squarehead e Cassiano Prado. Neste mesmo prêmio a publicidade brasileira foi contemplada com 3 troféus de Ouro, 1 de Prata e 2 de Bronze.

 

Em Design foram 3 Ouros, 4 Pratas e 5 Bronzes. Já em Film o Brasil conquistou 3 Pratas e 1 Bronze. Em Inovação, 1 Ouro e 1 Bronze. Enquanto isso, no Jovens Diretores de Cena o metal conquistado foi de 1 Bronze. Por fim, no El Tercer Ojo o Brasil levou 1 Ouro, 2 Pratas e 1 Bronze. Não houve premiação para o país em Melhor Ideia Latina Para o Mundo.

 

Premiação Propeg

Entre os destaques, a Propeg emplacou três prêmios no El Ojo 2020 com o filme “I Will Survive” para a 19ª Parada do Orgulho LGBTQIA+ da Bahia para o GGB. O filme foi selecionado em três categorias e levou troféu em todas, duas na “Especial Covid-19” e uma em “Produção Áudiovisual”.

 

Segundo Emerson Braga, CCO da Propeg, em meio à pandemia, muitos gays, lésbicas, travestis e transexuais tiveram que voltar às casas dos seus familiares para se protegerem. Só que, em vez de encontrar refúgio, boa parte dessas pessoas se deparou com a intolerância e o ódio de pais, irmãos e parentes inconformados com sua orientação sexual. “Precisávamos dar luz a essa difícil realidade. E a 19ª Parada do Orgulho LGBTQIA+, que este ano foi no formato on-line, foi uma oportunidade para mostrar à sociedade que esse isolamento vivido hoje por todos já está presente na vida da comunidade LGBTQIA+ há muito tempo”, comenta.

 

Sobre o resultado técnico, Emerson comenta que foi uma produção primorosa. “Dirigida por Rafael Damy e produzido pela Santeria, o diretor e toda sua equipe conseguiram traduzir com muita propriedade e realismo as angústias de cada personagem. E o que nos ajudou muito foram as inúmeras entrevistas até fizemos na pré-produção com gays, lésbicas e transexuais. Ouvimos relatos muito impressionantes do sofrimento e isolamento dessa comunidade entre seus parentes durante a pandemia”.

 

“Com relação ao resultado da campanha, ainda está se fazendo presente porque a parada será dia 5 de dezembro e o filme está ainda sendo veiculado nas mídias sociais e compartilhado por milhares de pessoas homossexuais e heterossexuais simpatizantes à causa. Mesmo assim, esse é um filme atemporal. E esperamos que ele continue circulando e levando essa mensagem para que as famílias possam refletir sobre a tolerância e a possibilidade da convivência familiar harmônica”, acrescenta.

 

Emerson destaca a satisfação com o resultado “Estamos muito felizes com a conquista. O filme foi inscrito em apenas três categorias e levou troféu em todas. Esse reconhecimento do júri só confirma a qualidade e, mais do que isso, a necessidade desse tipo de comunicação, ainda mais no mundo em que vivemos atualmente”.

 

Confira o filme premiado:

 

No Balanço final, as 120 premiações do Brasil no El Ojo de Iberoamérica 2020 são:

Gran Ojos (GPs): 6

Ouro: 38

Prata: 32

Bronze: 44

Veja aqui as listas de todos os vencedores de todas as competições dos três dias do El Ojo de Iberoamérica 2020.

 

 

Tricampeonato para a Africa

O El Ojo também consagra os Melhores de Iberoamérica, premiando os melhores de cada ano considerando as competições em todas as categorias do festival, por país que inscreveu trabalhos no evento. Mais uma vez a Africa é nominada Agência de Iberoamérica do Ano no El Ojo. Ela já tinha ganhado esse título outras duas vezes, ou seja, esse pode ser considerado o seu tricampeonato. O brasileiro Sergio Gordilho também ganha novamente o título de Criativo do Ano no El Ojo. A Agência Independente do Ano é a Cyranos e a Rede de Iberoamérica em 2020 é a DDB. A Produtora do Ano é a Primo, que tem operações em Buenos Aires, São Paulo, Santiago, Madrid , Barcelona e Cidade do Mexico; enquanto o Diretor de Cena do ano é Nicolas (Nico) Perez Veiga. A ABInBev foi escolhida como Anunciante do Ano de 2020 no festival.

Veja abaixo todos os vencedores em desempenho da Iberoamérica em 2020:

Agência do Ano: Africa

Rede do Ano: DDB

Agência Independente do Ano: Cyranos

Melhor Criativo do Ano: Sergio Gordilho

Anunciante do Ano: ABInbev

Produtora do Ano: Primo

Realizador/Diretor de Cena do Ano: Nicolas (Nico) Perez Veiga

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