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Dia do Repórter: jornalistas compartilham atuação do repórter com a chegada do online

Redação

Hoje, 16 de fevereiro, é comemorado o Dia Nacional do Repórter. A data homenageia os profissionais responsáveis por transmitir através dos meios de comunicação fatos e informações de interesse público. A principal tarefa do repórter é a cobertura de pautas e notícias, com investigação profunda dos fatos, entrevistas e produção de um texto explicativo, imparcial e direto para o leitor ou telespectador. Com a força do online, o profissional precisou se adaptar em processos de apuração e como a notícia é publicada. Conversamos com Fernanda Aires, repórter da TV Verdes Mares e com Wanderson Trindade, repórter do O Povo e que atua na plataforma O POVO Mais desde 2018.

 

De acordo com Fernanda Aires, a Internet é um veículo de comunicação revolucionário, que reúne várias formas (textos, vídeo e áudio), tudo ao mesmo tempo, com o objetivo de informar e atrair o internauta esteja ele onde estiver e a hora que quiser. O conteúdo fica disponível 24 horas por dia. Com a implantação do chamado jornalismo na web, a atualização das notícias pode ocorrer ininterruptamente.

 

Wanderson Trindade comenta “Eu sou o repórter da nova geração, eu não vivi o mundo antes do digital, antes do jornalismo na internet, pelo contrário, eu já nasci dentro da redação em um portal. Desde quando comecei a trabalhar como estagiário, repórter, sempre foi dentro de uma redação online, produzindo conteúdo para o digital”.

 

“Com o digital, não é preciso esperar o jornal ou o horário do noticiário televisivo ou radiofônico para saber os principais acontecimentos do dia. Isso mudou a forma de fazer jornalismo tradicional também. O telejornal de hoje é bem mais dinâmico, interativo e com notícias “quentinhas”, por isso, o fazer “ao vivo” se torna, cada vez mais, uma possibilidade pra levar a notícia na hora em que ela acontece para a população. Tudo isso é muito maravilhoso e incrível”, conta Fernanda.

 

Sobre a atuação como repórter, Fernanda compartilha os desafios encontrados na profissão “Nós nos expomos nas ruas para levar a informação com credibilidade à população, nos mais diversos ambientes e situações. Um exemplo muito claro é esse período de pandemia. Nós enfrentamos a missão de nos manter longe do vírus, apesar do trabalho ser feito na rua”, explica.

 

Fernanda acrescenta “O mais gostoso de ser repórter é lidar diretamente com as notícias, com os personagens, as histórias. Nós vamos até o fato e, com o protagonismo dos personagens, contamos acontecimentos e situações de interesse e relevância pública. Levamos ainda os serviços importantes para todos”.

 

“Um dos desafios de fazer reportagem está a necessidade e a importância de buscarmos narrar os fatos da forma como eles são, sem distorcer nada por questões ideológicas , filosóficas, qualquer coisa nesse sentido que a gente carrega enquanto ser humano fora da profissão. É separar as coisas, saber que eu enquanto um cidadão comum, posso ser dotado dos pensamentos que eu tiver, mas enquanto repórter, eu devo fazer, na realidade, aquilo que está acontecendo”, explica Wanderson Trindade, repórter do O Povo.

 

Wanderson conta que sempre sempre sonhou em ser jornalista e em ser repórter “o que mais gosto é essa realização de um sonho constante. Gosto de trabalhar como repórter porque sempre a gente consegue realizar um sonho, seja porque estou entrevistando um governador ou no meio da rua cobrindo um ataque criminoso, entrevistando um artista nacionalmente famoso ou no sol cobrindo o Enem. Essa questão de ser múltiplo, de sempre estar tratando de uma coisa diferente, de não necessariamente fazer a mesma coisa todos os dias. O fato de ser uma profissão dinâmica é o que mais me alegra”, compartilha.

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